Marcio Fernandes/Estadão/NOPP
Marcio Fernandes/Estadão/NOPP

Polo aquático aprova uso de revisão de vídeo e tecnologia na linha do gol

Ideia é manter a relevância da modalidade, que é a mais antiga por equipes a fazer parte do programa olímpico

O Estado de S.Paulo

10 de dezembro de 2018 | 17h09

A revisão de lances através da análise de vídeo e a adoção da tecnologia na linha do gol estão chegando ao polo aquático em uma tentativa de manter a relevância da modalidade, o mais antigo esporte por equipes a fazer parte do programa olímpico.

A Federação Internacional de Natação (Fina), órgão regulador de esportes aquáticos, explicou que o monitoramento de vídeo poderá "identificar e punir incidentes de brutalidade ou violência extrema" que não forem observados pela arbitragem ou "não devidamente punidos". O sistema também pode ser usado para decidir quando a bola cruzar a linha do gol.

Em um comunicado, o presidente da Fina, Julio Maglione, disse que o polo aquático, que estreou na Olimpíada de Paris de 1900, precisava de atualizações, pois está inserido atualmente "em um ambiente internacional esportivo muito competitivo".

A adoção da tecnologia foi uma das mudanças aprovadas pelas federações-membro da Fina em reunião realizada na China, em Hangzhou, palco do Mundial de Natação em Piscina Curta (25 metros) - foram 161 votos favoráveis de um total de 169.

"Com o seu apoio, certamente teremos sucesso em melhorar as atividades do polo aquático em todas as nossas federações nacionais, tornando este jogo uma atração ainda maior para as crianças e jovens que querem jogar este jogo nos cinco continentes. Também vamos torná-lo mais importante para os meios de comunicação, os fãs digitais e todos aqueles que assistem aos nossos jogos", ponderou Maglione.

 

 

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