Margarida Neide/A Tarde
Margarida Neide/A Tarde

Popó volta a negar participação em assassinato

Ex-boxeador chega à delegacia acompanhado de familiares e se emociona ao falar sobre o caso

TIAGO DÉCIMO, O Estado de S. Paulo

17 de setembro de 2009 | 17h14

Pouco antes de prestar depoimento à delegada Francineide Moura, que investiga o assassinato de Moisés Magalhães Pinheiro, de 28 anos, e a tentativa de homicídio contra o pintor Jonatas Almeida, de 22, o ex-boxeador Acelino Freitas, o Popó, suspeito de participação nos crimes, emocionou-se ao negar participação no caso, nesta quinta-feira, em Salvador.

 

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Popó chegou à Delegacia de Homicídios acompanhado por familiares e advogados e chorou ao negar ter envolvimento com o assassinato. Ele admitiu, porém, que não concordava com o namoro de Almeida com sua sobrinha, de 17 anos, e que chegou a falar com ele no dia do crime, mas alegou não ter ameaçado a vítima em nenhum momento.

A suspeita sobre a participação de Popó no episódio foi lançada por Almeida. De acordo com ele, o ex-boxeador foi a sua casa, no bairro de Itapuã, no dia 9, buscar a sobrinha - que estava no local havia quatro dias. Popó não encontrou o pintor, mas teria deixado o recado, com uma vizinha, que mandaria policiais atrás dele. Pouco depois, ainda teria discutido com Almeida por telefone.

Duas horas após o ex-boxeador deixar a residência do pintor, levando a sobrinha, dois homens armados, dizendo ser policiais, invadiram o local e sequestraram Almeida e Pinheiro, seu amigo. O pintor conseguiu fugir dos criminosos, mas Pinheiro foi morto com três tiros.

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