Por Wesley, 'doar é amar', diz dirigente

Wesley só não joga no Palmeiras se a diretoria recuar. O presidente Arnaldo Tirone e seus vices, Roberto Frizzo e Walter Munhoz, apresentaram ontem o projeto para a contratação do jogador e, por mais que tentassem negar, deixaram claro que têm condições de contratá-lo.

O Estado de S.Paulo

29 de fevereiro de 2012 | 03h08

O Palmeiras já tem uma carta fiança do Banco do Brasil em mãos. O que o clube quer é arrecadar o máximo de dinheiro para tentar diminuir o valor a ser pago em juros, caso a tal carta tenha que ser usada. Ela vai ser utilizada se o clube não conseguir arrecadar os R$ 21,3 milhões referentes ao valor a ser pago ao Werder e despesas da transação.

"Temos crédito, conseguimos a carta de garantia, não de crédito. É uma fiança nas parcelas que serão cobradas. Mas precisamos pagar ao Werder. Temos crédito, não queremos endividar o clube irresponsavelmente. Temos de ver a melhor fórmula a cada dia", disse Tirone.

No site www.wesleynoverdao.com.br, o torcedor pode doar no mínimo R$ 100 e existem várias bonificações que vão desde um agradecimento digital do jogador até poder viajar com o grupo para um jogo oficial. "Doar é amar", disse Frizzo, para incentivar os torcedores. /D.B.

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