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Possibilidade de medalha do Brasil na Olimpíada de PyeongChang é bastante remota

Dirigente da CBDN acredita que equipe é a mais qualificada do país na história

Paulo Favero, Estadao Conteudo

05 de fevereiro de 2018 | 08h18

Além dos quatro titulares e um reserva do bobsled e dos dois atletas do esqui cross country, o Brasil estará representado nos Jogos de Inverno de 2018 em outras três modalidades: patinação artística, com Isadora Williams, esqui alpino, com Michel Macedo, e snowboard, com Isabel Clark.

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Mesmo a despeito da empolgação natural dos representantes nacionais, a possibilidade de conquistar medalha na competição é bem remota.

"De maneira geral, hoje vamos para competir em várias modalidades. Na patinação artística, de 30 atletas, estamos tentando ficar entre as 15 mais bem colocadas. No bobsled é a mesma coisa, se a equipe tiver consistência ela pode brigar entre os dez. A Isabel Clark, do snowboard, teve um ótimo ciclo olímpico e vai com grande chance de ter uma performance diferenciada. E Michel está numa modalidade que é muito competitiva, mas ele vem tendo um bom desempenho internacional", explica Matheus Figueiredo, presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG).

O dirigente lembra que o Brasil já é visto como uma delegação que está no evento por méritos próprios e garante que os competidores vem conseguindo mostrar qualidade nas provas fora do País. "Acho que saímos do fim da fila para competir em situações interessantes e com chance de bater até países mais tradicionais em algumas modalidades", comenta o dirigente do País.

Para Pedro Cavazzoni, CEO da Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN), os atletas brasileiros vão chegar à Coreia do Sul com a equipe mais qualificada da sua história.

"Depois de um ciclo olímpico de trabalho intenso, os atletas que representarão o País são todos atuais recordistas nacionais de suas modalidades. Outro ponto interessante foi a classificação do jovem Michel Macedo para todas as provas do esqui alpino. A delegação conta ainda com as experientes atletas Isabel Clark e Jaqueline Mourão, que chegam em 2018 no auge de sua preparação física e técnica", festeja, com orgulho e esperança. "Com tudo isso, a expectativa para o frio coreano é boa, com objetivo de quebrar os principais recordes do Brasil em Jogos Olímpicos", completou.

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