Divulgação/CBG
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Prata no Pan 2015 é a meta da seleção feminina de ginástica

Atletas e comissão reconhecem dificuldade de superar os EUA

Marcio Dolzan e Nathalia Garcia, ENVIADOS ESPECIAIS A TORONTO, O Estado de S. Paulo

12 de julho de 2015 | 10h16

A seleção brasileira feminina de ginástica artística estreia neste domingo, às 20 horas (de Brasília) nos Jogos Pan-Americanos de Toronto com o objetivo de repetir os passos da equipe masculina e subir ao pódio. Para a chefe de delegação, Georgette Vidor, as ginastas têm boas chances de ficar com a medalha de prata, atrás dos Estados Unidos.

“Por equipe, nossa meta é ficar em segundo. Não dá para ganhar dos Estados Unidos, infelizmente”, reconhece. E ela prevê uma briga acirrada pelo pódio: “As canadenses também são excelentes ginastas, o México está começando a ter uma equipe muito boa. Não é o fiel (da balança), mas é uma disputa feroz.”

A comissão técnica usará o resultado no Pan como referência para avaliar a preparação das ginastas para o Mundial de Glasgow, em outubro. “A gente vai ter uma previa de como elas vão se comportar, como está na realidade o nosso nível em relação às melhores do mundo. Se a gente se comparar com os EUA e ver que nossas notas têm uma proximidade, a gente vai estar muito bem”, diz Georgette.

Em Toronto, a equipe mescla a experiência de Daniele Hypolito, que disputa a sua quinta edição dos Jogos Pan-Americanos, e da juventude de atletas talentosas, como da estreante Flávia Saraiva. Letícia Costa, Lorrane Oliveira e Julie Kim Sinmon são as outras integrantes da equipe, que ainda tem Jade Barbosa como suplente.

A ginasta veterana iniciará a série brasileira nas rotações. “A gente precisa de alguém com experiencia para passar essa tranquilidade para elas. Fui escolhida para abrir as séries nos aparelhos porque eu tenho uma segurança para estar ali", explica Daniele. O Brasil iniciará sua série no solo, seguirá para o salto, subirá nas barras assimétricas e fechará a participação na trave. 

O País compõe a subdivisão três, ao lado de Bermudas, Canadá, Ilhas Cayman, Cuba, Honduras, Panamá e Trinidad e Tobago. A nota dos Estados Unidos, integrante da segunda subdivisão, já será de conhecimento de todos desde o início da disputa, que definirá a composição do pódio. A prova também serve para definir as ginastas que avançam para as finais individual geral e por aparelhos.

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