Preocupação aumenta no país da Copa. É medo do terrorismo e da questão racial

SINAL DE ALERTA

, O Estado de S.Paulo

10 de abril de 2010 | 00h00

A ameaça de braço da Al-Qaeda de explodir uma bomba no estádio durante o jogo Inglaterra x Estados Unidos pode não ter passado de um blefe, como entendem os especialistas que cuidarão da segurança na Copa. Mas produziu um efeito imediato. Discurso oficial à parte, Fifa e Comitê Organizador estão, sim, em estado de alerta.

Há meses policiais sul-africanos trabalham exaustivamente na detecção de possíveis atos terroristas. Receberam ontem instrução para abrirem ainda mais o olho. O pessoal da Interpol que já está na África do Sul teve a mesma orientação. Jerome Valcke, figurão da Fifa, bradou que ameaças não intimidam. Mas admitiu desconforto.

Ainda há o temor de que o assassinato, por negros, de um líder branco, possa acirrar os ânimos na época da Copa. Danny Jordaan, do Comitê Organizador, acha que não. Mas...

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