Presidente da Wada elogia combate ao doping na Jamaica

O presidente da Agência Internacional Antidoping (Wada, na sigla em inglês) afirmou nesta terça-feira estar "extremamente impressionado" com os esforços da Jamaica de estabelecer um efetivo programa de testes antidoping depois dos seguidos casos que colocaram em xeque os velocistas do país.

Estadão Conteúdo

24 de fevereiro de 2015 | 16h33

Craig Reedie, primeiro presidente da Wada a visitar a Jamaica, elogiou o trabalho do país caribenho para reverter as críticas recebidas pelo baixo número de exames realizados especialmente nos velocistas, os melhores do mundo no atletismo.

Há dois anos, atletas de renome do atletismo jamaicano foram pegos em exames antidoping realizados durante competições. A velocista Veronica Campbell-Brown ficou suspensa por quase cinco meses, mas um painel formado pela Federação Jamaicana de Atletismo decidiu por apenas advertir a atleta, campeã dos 200m no Mundial de 2011.

Veronica foi a primeira atleta de projeção da jamaicana a falhar em um exame de doping em 2013. Algumas semanas depois, os velocistas Asafa Powell e Sherone Simpson também tiveram resultados positivos divulgados e perderam o Mundial de Moscou.

Depois que começaram a aparecer denúncias sobre o trabalho da Agência Jamaicana Antidoping, que resultaram até na ameaça de excluir a Jamaica dos Jogos do Rio/2016, o país caribenho convidou a Wada para uma inspeção. Mas afirmou que ela só poderia acontecer em 2014. A entidade não gostou da oferta e decidiu chegar de surpresa a Kingston em outubro de 2013.

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