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Presidente do COI vê avanço no antidoping

Em entrevista coletiva neste domingo, o belga Jacques Rogge, presidente do COI, demonstrou sua satisfação com a organização dos Jogos Olímpicos de Atenas, que serão encerrados hoje, além da evolução do esporte asiático e do avanço no combate contra o doping. ?Estive na Vila Olímpica e falei com muitos esportistas, que me disseram que estão contentes com a organização dos Jogos e com a Vila, a mais bonita que já haviam visto?, destacou. Rogge disse que compareceu à competições dos 28 esportes e se reuniu com os representantes das federações internacionais e das comunicações e todos eles se manifestaram satisfeitos com o desenvolvimento dos Jogos. Para o presidente do COI, a audiência cresceu "de 15 a 20 por cento" em relação aos Jogos de Sydney, acrescentando que os "comités olímpicos nacionales ficaram contentes com os transportes, a tecnologia e as medidas de segurança? proporcionadas durante as Olimpíadas de Atenas. ?Antes da abertura dos Jogos, houve um ou outro problema com a venda dos ingressos, mas depois da inauguração, o público começou a encher as arquibancadas e foi vendido um total de 3,3 milhões de entradas, mais do que em Barcelona-92 e Seul-88?, afirmou Rogge. Antidoping - Rogge se disse satisfeito com os avanços na luta antidoping. ?É a conseqüencia dos esforços que começaram nos Jogos de Inverno de Salt Lake City 2002 (EUA). Em todos os Jogos anteriores (de inverno) a história havia registrado cinco casos positivos e em Salt Lake City aconteceram sete?. ?A política seguida pelo COI tem sido a de aumentar o período dos controles, que começou com a abertura da Vila Olímpica, 14 dias antes da abertura dos Jogos, até o fechamento da mesma? ressaltou Rogge. O presidente do COI lembrou que antes ?os controles eram feitos só depois das competições. Agora, além dos quatro primeiros de cada competição, se incrementou de forma notória os excames fora das disputas e num território que compreende tudo, não só a zona olímpica?, ressaltou o dirigente. Indagado se acredita que se um dia se chegará a uma Olimpíada sem casos positivos de doping, Rogge disse que pensar isso seria algo ingênuo. Ësse seria meu sonho, mas há de se ter em conta que há 10.500 esportistas que não são necessariamente santos. Seria algo ingênuo pensar que algum dia deixará de haver casos postivos?.

Agencia Estado,

29 Agosto 2004 | 09h30

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