Pressão de cartola é comum

Eurico Miranda não foi o primeiro e não será o último presidente de clube, cartola, patrocinador ou político tentando escalar um time de futebol. O mais célebre caso foi o bate-boca, pela imprensa, do então presidente Ernesto Geisel, que queria ver Dario no ataque da seleção, com o técnico da seleção João Saldanha, que perdeu a briga e o cargo. Zagallo assumiu e cumpriu a vontade do presidente em 1970.Beto Zini, presidente do Guarani entre 1989 e 1999, também escalava o time. Kia Joorabchian, que mandou no Corinthians em 2005 por meio da MSI, também escolhia quem jogava. No ano passado, Juvenal Juvêncio não gostou de ver o São Paulo eliminado do Paulista e na Libertadores. Impôs o ?time do presidente?. Meses depois, o São Paulo foi campeão brasileiro.

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