Prestígio de Patrik cada vez mais alto com Felipão

Enquanto a torcida palmeirense aguarda ansiosamente para ver o ídolo Valdivia em campo, Luiz Felipe Scolari parece não ter tanta pressa. Além de não querer ser acusado mais uma vez de forçar o retorno precipitado do meia - como ocorreu no fim do ano passado -, o técnico está satisfeito com o rendimento de Patrik.

Raphael Ramos, O Estado de S.Paulo

14 de fevereiro de 2011 | 00h00

Não é de hoje que Valdivia tem dado dor de cabeça a Felipão. Com uma fibrose na coxa esquerda, o camisa 10 disputou sua última partida oficial na vitória por 2 a 0 sobre o Atlético Mineiro, em 21 de novembro. Este ano, o Mago até participou de um jogo-treino contra o Juventus, em janeiro, mas voltou a sentir dores.

Depois de um mês em tratamento, havia a previsão de que Valdivia ficasse pelo menos no banco contra o Americana, sábado, mas Felipão adiou a volta do chileno. Domingo, o Palmeiras pega o Mogi Mirim, fora de casa. "Valdivia já começou a trabalhar a parte técnica e deve participar dos coletivos nesta semana. Então poderá ficar no banco ou até jogar 45 minutos", explicou o treinador.

Elogios a Patrick. Felipão continua cauteloso sobre o estado físico do jogador, que só será escalado se estiver 100%. "Vamos esperar para ver, não vou correr mais nenhum risco", afirmou.

Felipão não se mostra hoje tão dependente do talento do chileno. E a cada jogo aumenta os elogios a Patrik, de 19 anos, revelado pelo São Caetano. "Gosto de ver como ele se movimenta e sua personalidade em campo. Continuando assim, vou ter de achar uma forma de ele continuar na equipe", disse o treinador.

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