José Patrício/AE
José Patrício/AE

Próximos três jogos podem pôr São Paulo no céu ou no inferno

Time terá dura sequência com dois clássicos (Palmeiras e Santos) e uma decisão (Ceará, pela Sul-Americana)

Bruno Deiro, O Estado de S.Paulo

20 de agosto de 2011 | 00h00

Há três jogos sem vencer, o São Paulo encara uma sequência que pode significar o céu ou o inferno para Adilson Batista no clube. Com dois clássicos e um confronto difícil na Copa Sul-Americana pela frente, o técnico tem o desafio de espantar de vez a desconfiança provocada por fracassos recentes, nas breves passagens por Corinthians e Santos.

Nos números, o aproveitamento de 50% em 8 jogos pelo Tricolor está abaixo de sua campanha pelos rivais. Mas o que mais tem preocupado a torcida é a fragilidade atuando no Morumbi. Dos quatro jogos que fez em casa com Adilson, o time venceu apenas um (contra o Bahia, por 3 a 0). Nos outros três, jogou mal e não escapou de vaias.

O treinador reconheceu que tem tido dificuldades para conquistar os torcedores, mas pediu apoio para enfrentar o Palmeiras, amanhã. Teme, inclusive, ver o estádio esvaziado. "Concordo que andamos vacilando e perdendo pontos importantes. Mas espero que o torcedor compreenda e ajude para que tenhamos um número suficiente de pessoas nas arquibancadas nos apoiando", disse ele.

Após o clássico, o time joga novamente em casa na quarta contra o Ceará pela Sul-Americana, com a missão de reverter a derrota por 2 a 1 sofrida em Fortaleza. A série complicada se encerra com outro clássico, contra o Santos, na Vila Belmiro.

Apoiado pela diretoria, Adilson procurou minimizar a importância dos clássicos para seu futuro no clube. "Claro que são importantes, mas ainda há muitas rodadas pela frente no Brasileiro", lembrou ele. "É uma semana importante, mas temos de pensar primeiro no Palmeiras."

Após o empate com o América-MG (1 a 1), em Minas, ele lamentou que o time não tenha segurado a vantagem obtida com o gol de Marlos, a cinco minutos do fim. "Faltou tranquilidade e um pouquinho de atenção."

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