Queda deixa presidente longe de reeleição

O rebaixamento do Palmeiras para a Série B do Brasileiro praticamente inviabiliza a reeleição de Arnaldo Tirone à presidência do clube e abre uma disputa ferrenha entre os opositores da diretoria para ocupar o comando a partir de janeiro.

/ D. B. e P. G., O Estado de S.Paulo

19 de novembro de 2012 | 02h03

Isolado politicamente, Tirone deve concorrer apenas com

suas próprias forças dentro do Conselho Deliberativo. Além do ônus de ser o presidente da segunda queda para a Série B, o dirigente tem contra si o fato de não ter nenhum grande cacique político a lhe dar apoio. Quando foi eleito, Tirone tinha a seu lado três dos quatro ex-presidentes vivos: Carlos Facchina Nunes, Mustafá Contursi e Affonso

della Monica.

Agora, sem ter conseguido contemplar os anseios de seus apoiadores e, ao mesmo tempo, sem habilidade para se aproximar dos opositores, Tirone entrará em uma eleição imprevisível. Nesse cenário, pelo menos dois candidatos, além do próprio presidente, deverão disputar a eleição: Wlademir Pescarmona, diretor de futebol durante a gestão "tampão" de Salvador Palaia, em 2010, e Paulo Nobre, rival de Tirone na última eleição.

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