Riot Games / Divulgação
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Quem são os melhores jogadores do Mundial 2019 de League of Legends

O 'Messi do Lol' nasceu na Coreia e já tem três títulos mundiais; país asiático tem os melhores jogadores do mundo

Levy Teles, especial para o Estado, O Estado de S.Paulo

18 de outubro de 2019 | 21h24

A hegemonia coreana está entre os times e os jogadores: entre os 155 jogadores da competição deste ano, 41 nasceram na Coreia do Sul, o que totaliza quase um terço do elenco de todos os clubes participantes desta edição do Mundial de League of Legends. O destaque vai para Lee 'Faker' Sang-hyeok, o Messi do Lol. Ele é tricampeão mundial e foi até a final em todas as edições do maior torneio de Lol da temporada.

Conheça alguns dos destaques da competição:

O ‘Messi’ do Lol

Lee ‘Faker’ Sang-hyeok começou a jogar League of Legends profissionalmente em 2013, aos 16 anos, já com a expectativa de se tornar uma estrela. Em sua partida de estreia, enfrentou o melhor jogador da Coreia em sua posição, meio: Kang ‘Ambition’ Chan-yong — e venceu de forma contundente. 

No mesmo ano, com a SK Telecom T1, ele ganharia o seu primeiro título mundial, em casa, contra a chinesa Royal Club. A fama o rendeu o apelido de "Messi do Lol" na Coreia do Sul, seu país de origem. Desde então, são três títulos (2013, 2015, 2016) em quatro aparições (2013, 2015, 2016, 2017) em mundiais — em todas, seu time chegou à final. 

'Faker' é o jogador com mais aparições individuais em partidas de campeonatos mundiais. Ausente da competição no ano passado, seu time foi campeão do último campeonato sul-coreano, o que garantiu a SK Telecom a cabeça de chave do Grupo C, o grupo da morte. Nesta edição, pode se tornar, de forma isolada, o jogador com mais títulos em Mundais, o tetracampeonato, para superar Bae 'Bengi' Sung-woong, seu ex-parceiro de time.

Novatos, porém decisivos

Durante a sua carreira, ‘Faker’ sempre contou com o apoio da dupla dinâmica de seu selva, para ditar o ritmo de jogo. Assim foi a parceria com Bae ‘Bengi’ Sung-woong, que rendeu três títulos mundiais. Na atual temporada, ‘Faker’ encontrou em Kim ‘Clid’ Tae-min, o nome para levar a SK Telecom T1 de novo ao posto de uma das maiores equipes do mundo. É a sua primeira participação em mundiais e a chance de provar que é o melhor selva do mundo.

A competição está, principalmente a nível doméstico, contra Lee ‘Tarzan’ Seung-yong, um dos selvas mais eficientes da Coreia desde 2018, que finalmente terá a chance de mostrar ao mundo o seu talento, com a estreia da Griffin em mundiais.

As estrelas da China

O jovem Yu ‘JackeyLove’ Wen-Bo, de apenas 18 anos, pode ser a maior estrela na posição de atirador, mas os holofotes ainda estão apontados para Jian ‘Uzi’ Zi-Hao, considerado o melhor atirador de todos os tempos e o melhor jogador chinês em atividade. Vice-campeão mundial duas vezes, Uzi vai para a sua sexta aparição em Mundiais, com a expectativa de, finalmente, chegar ao seu primeiro título.

Mas o jogador em melhor fase de um time chinês é um coreano. Kim ‘Doinb’ Tae-sang é o jogador do meio da FunPlus Phoenix, e um dos principais responsáveis pelo sucesso do time na reta final do campeonato chinês. Usando de campeões fora do comum e estratégias não-ortodoxas, ‘Doinb’ dominou o cenário e faz a sua primeira aparição em Mundiais após ter sido frustrado em 2015, quando, por brigas internas, seu antigo time, a Qiao Gu Reapers, perdeu a oportunidade de figurar no torneio daquele ano.

O diferencial da Europa

Desde que o croata Luka ‘Perkz’ Perković chegou ao time de LoL do G2, em 2016, nenhum time foi tão dominante na Europa. São seis troféus europeus, vice-campeonato de Mid-Season Invitational de 2017, semifinais do Mundial de 2018 e o título do Mid-Season Invitational deste ano.

Em 2019, trocou a sua posição do meio para atirador, após a chegada do dinamarquês Rasmus ‘Caps’ Winther, e se tornou o melhor da sua posição no continente. Novamente insuperável, a G2 se tornou a equipe a ser vencida. Nas três competições em que participou durante o ano, seu time venceu as três.

A última vez em que uma equipe não asiática ganhou um Mundial foi em 2011, na primeira edição, numa final 100% europeia entre Fnatic e Against All Authority. Se a expectativa hoje é que um time europeu derrube a hegemonia de sete anos da Ásia, Marcin ‘Jankos’ Jankowski, G2 Esports, é um dos grandes responsáveis por isso. O polonês, que atua na selva, é o responsável por ditar o ritmo de jogo da equipe no começo e ser o responsável pelas vitórias categóricas que o time acumulou durante o ano. 

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