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Queniana recebe conselhos do campeão

A queniana Margaret Okayo, que chegou à São Paulo respeitada como a vencedora da tradicional Maratona de Nova York, em novembro, com recorde, é uma das favoritas entre as mulheres para vencer a 77.ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Margaret Okayo, a 11.ª filha de uma família da cidade de Kish, passa oito meses por ano em Breccia, na Itália, no centro de treinamento da Fila Team, que, segundo o agente Frederico Rosa, recebe africanos o ano todo. "O Quênia é hoje a república mundial dos fundistas e isso vai seguir assim por muitos anos", afirma Frederico. O próprio resultado de Margaret na Maratona de Nova York mostra isso - fez 2h24min21s, com prêmio pelo título, de US$ 80 mil e pelo recorde, de US$ 30 mil. Segundo afirmou "distribuiu presentes" para a família com o rendimento na prova. Para a São Silvestre fez um treinamento especial de velocidade na Itália, já que sua especialidade é a maratona e a queniana sabe que terá de correr bem mais rápido para os 15 quilômetros, distância que nunca competiu, da São Silvestre. Ainda hoje fará o reconhecimento do percurso pelas ruas de São Paulo. Conselhos - Margaret, de 25 anos, disse que conversou com o pentacampeão Paul Tergat antes de vir para a São Silvestre. "Ele disse que o povo de São Paulo recebe os corredores de forma muito amável, que a prova era boa", afirmou Margaret. Tergat não veio, segundo os organizadores, porque está em New Jersey, Estados Unidos, com um irmão de 20 anos, que está internado em um hospital, com câncer no fígado. A alta umidade de São Paulo é a principal preocupação de Margaret que, no entanto, continua na relação de favoritas.

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