Ayrton Vignola/AE
Ayrton Vignola/AE

Queniana vence São Silvestre feminina com recorde

Priscah Jeptoo cruza linha de chegada com tempo de 48m48s, melhor marca da história

AE, Agência Estado

31 de dezembro de 2011 | 18h16

A queniana Priscah Jeptoo venceu a prova feminina da Corrida Internacional de São Silvestre, neste sábado, em São Paulo. A vice-campeã mundial da maratona, feito atingido em Daegu, em agosto, ignorou a forte chuva que caia sobre a capital paulista e venceu os 15 quilômetros com o tempo de 48min48s, melhor marca da história da prova. O trajeto, porém, sofreu alterações neste ano e a chegada aconteceu no Obelisco do Ibirapuera.

A única atleta a fazer frente a Jeptoo foi a etíope Wude Ayalew, que correu praticamente ao lado da queniana durante toda a prova. Nos metros finais, as duas tentaram o sprint, mas Ayalew acabou errando o percurso. Quando a pista foi afunilada com cones, já o Ibirapuera, ela se dirigiu para o lado errado, desperdiçou algumas passadas, e não conseguiu fazer a ultrapassagem.

As duas mantiveram enorme folga sobre as demais competidoras desde os primeiros quilômetros. Tanto que a terceira colocada, a queniana Eunice Kirwa, chegou cerca de dois minutos depois. Nenhuma brasileira subiu ao pódio. A melhor atleta do País foi Cruz Nonato, que cruzou a linha de chegada na sexta posição. À frente dela, também Ejjafini Nadia, da Itália, e Rumokol Chepkanan, do Quênia.

Esta foi a nona vez que uma queniana venceu a prova feminina da São Silvestre. Nos últimos dois anos as vitórias também haviam ficado com atletas daquele país: Pasalia Kipcoech Chepkorir e Alice Timbilili. O Brasil, que tem cinco vitórias, não fica com o título entre as mulheres desde 2006, com Lucélia Peres.

Neste ano, o percurso da São Silvestre foi bastante modificado com relação aos anos anteriores. Depois da largada na Av. Paulista, os corredores seguiram em direção à Av. Doutor Arnaldo, desceram a Rua Major Natanael, passaram pelo Estádio do Pacaembu e percorreram toda a extensão da Av. Pacaembu, até a Av. Marquês de São Vicente.

Depois de passar pelo centro velho de São Paulo e subirem a Av. Brigadeiro Luis Antônio, como é tradicional, a prova trocou o retorno à Av. Paulista pela ida até o Obelisco do Ibirapuera, onde ocorreu a chegada.

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