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Rafaela Silva conquista ouro no Grand Prix de Judô de Dusseldorf

Na campanha de cinco vitórias, apenas uma não foi por ippon; entre os homens, Phelipe Pelim fica com o bronze na categoria até 60kg

Estadão Conteúdo

20 de fevereiro de 2015 | 16h25

Campeã mundial em 2013, Rafaela Silva começou bem o ano pré-olímpico. Nesta sexta-feira, na primeira competição de 2015 para o Brasil no Circuito Mundial de Judô, ela conquistou o ouro no concorrido Grand Prix de Dusseldorf, na Alemanha, na categoria até 57kg. No primeiro dos três dias de disputa, a delegação brasileira ganhou só mais uma medalha: de bronze, com Phelipe Pelim.

Apenas sexta colocada do ranking mundial (porque quase não lutou no segundo semestre de 2014), Rafaela fez cinco lutas para ficar com o ouro na Alemanha, ganhando da turca Derya Cibir, da romena Loredana Ohai, da húngara Hedvig Karakas, da francesa Laetitia Blot e da mongol Sumiya Dorjsuren. Das cinco vitórias, apenas a contra a romena não foi por ippon.

Ketleyn Quadros, que também sonha com a vaga olímpica, estava na mesma chave, mas perdeu logo na estreia, exatamente para Dorjsuren, número 8 do ranking mundial. Ketleyn é a 14.ª.

Outros dois nomes importantes do judô feminino brasileiro não foram bem em Dusseldorf. Sarah Menezes, que vem de um 2014 irregular, perdeu logo na estreia para a israelense Shirá Rishony na chave até 48kg. Sarah é vice-líder do ranking, enquanto sua algoz é a 30.ª.

Uma categoria acima, Erika Miranda (52kg) até ganhou da eslovena Petra Nareks (22.ª) na estreia, mas foi surpreendida na sequência pela bielo-russa Darya Skrypnik (45.ª). Reservas da seleção, Jessica Pereira (52kg) e Gabriela Chibana (48kg) perderam na segunda luta e ficaram pelo caminho nas chaves.

HOMENS

Na delegação masculina, a medalha veio de onde menos se esperava: com Phelipe Pelim. Apenas número 146 do ranking, o veterano de 32 anos ganhou quatro lutas para ficar com o bronze na categoria até 60kg. Ele perdeu do georgiano Amiran Papinashvili (segundo do mundo) nas quartas de final, mas se recuperou na repescagem.

A categoria é uma das em que há disputa mais acirrada, entre os brasileiros, pela vaga olímpica. O melhor do ranking é Felipe Kitadai, mas Eric Takabatake vinha em boa fase. Nesta sexta, porém, o atleta do Pinheiros não foi longe: perdeu logo na segunda luta, para o japonês Naohisa Takato, bronze no último Mundial. Na chave até 66kg, Ricardo Santos Júnior estreou no Circuito Mundial vencendo a primeira luta, mas parou no russo Yakub Shamilov.

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