Real Madrid e Barça suam muito para vencer

Em um jogo sofrido e em que o próprio técnico José Mourinho considerou que o adversário não merecia ter sido derrotado, o Real Madrid venceu o Rayo Vallecano por 1 a 0 e manteve a folgada vantagem de 10 pontos na liderança do Campeonato Espanhol, com 64 pontos. O gol saiu aos 9 minutos do segundo tempo, por intermédio de Cristiano Ronaldo. Ele divide a ponta da artilharia com Messi (28 gols), autor do gol da vitória do vice-líder Barcelona sobre o Atlético de Madrid por 2 a 1.

MADRI, O Estado de S.Paulo

27 de fevereiro de 2012 | 03h04

No modesto Estádio De Vallecas, diante de um público de aproximadamente 10 mil pagantes, o Real Madrid sofreu diante de um adversário aguerrido. O campo, pequeno, e o gramado em condições sofríveis só poderia favorecer a equipe que estava mais preocupada com a destruição e não com a criação. Sem futebol, o gol só poderia sair mesmo em uma jogada individual de um dos craques da equipe líder.

Apesar das críticas do treinador português ao seu futebol no jogo contra o CSKA pela Copa dos Campeões, Kaká começou jogando. E só saiu no segundo tempo para dar lugar a Coentrão quando o Real já havia feito o gol.

"Foi um gol bonito, porque saiu num bom momento, de calcanhar, em um lance que ninguém esperava, nem mesmo o goleiro", festejou Cristiano Ronaldo. "O Rayo Vallecano jogou muito bem e tivemos a sorte de fazermos um gol." Para José Mourinho, o Rayo não merecia perder. "A verdade é que o Real foi obrigado a realizar um trabalho fantástico", disse.

No clássico no Vicente Calderón, em Madri, o Barcelona saiu na frente com o gol de Daniel Alves. No segundo tempo, Falcão Garcia empatou e Messi, de falta, fez o gol da vitória por 2 a 1.

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