Daniel Ochoa De Olza/AP
Daniel Ochoa De Olza/AP

Real Madrid e Milan estreiam sob pressão

Times sofrem por conta dos fracos desempenhos nos torneios nacionais

O Estado de S.Paulo

18 de setembro de 2012 | 03h05

Ouça na rádio Estadão ESPN, a partir das 15h45, Real Madrid x Manchester City

A rodada inicial do principal torneio europeu já começa quente, com clássicos continentais e gigantes pressionados por campanhas ruins nos torneios nacionais. No Grupo D, o "grupo da morte" desta edição da Copa dos Campeões, os jogadores do Real Madrid, por exemplo, recebem hoje o Manchester City, no Santiago Bernabéu, apreensivos pela situação no Campeonato Espanhol. O clube merengue ocupa a 14.ª posição na tabela, com oito pontos de desvantagem para o líder Barcelona.

"A equipe estará coesa e solidária, mas poderá faltar um pouco de tranquilidade e confiança já que fizemos uma partida horrível diante do Sevilla", reconhece o técnico José Mourinho, referindo-se à derrota de sábado para o Sevilla, a segunda em quatro jogos do clube merengue.

O Manchester City entrará mais tranquilo. Quarto colocado no Campeonato Inglês com dois pontos a menos do que o líder Chelsea, o time do técnico Roberto Mancini não esconde suas pretensões modestas.

"Pode ser que entremos para buscar o empate, seria um bom resultado. Mas é difícil mudar a mentalidade de uma equipe como a nossa, sempre disposta a atacar", diz o treinador, que ainda não definiu o ataque inglês. Para ele, tanto Mario Balotelli como Sergio Agüero disputam a vaga em igualdade de condições.

Além do duelo dos campeões, a chave tem o confronto equilibrado entre Borussia Dortmund e Ajax, na Alemanha.

Emprego. O incômodo de Mourinho é café pequeno diante da pressão sobre Massimiliano Allegri, do Milan, em xeque pelo fraco desempenho no Italiano: duas derrotas em três partidas, a última para o Atalanta, em casa. Nem as limitações do rival de hoje, o Anderlecht, da Bélgica, melhoram o astral do técnico.

"Se amanhã (hoje) é minha última partida pelo Milan? Se você não conseguir os resultados, é normal que o treinador pague por isso", falou Allegri.

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