Rebeca se machuca e Jade Barbosa reforça equipe de ginástica no Pan

A Confederação Brasileira de Ginástica anunciou nesta terça-feira que Jade Barbosa, recém-recuperada de uma cirurgia no joelho, será a substituta de Rebeca Andrade nos Jogos Pan-Americanos de Toronto (Canadá). A garota, de apenas 16 anos, sofreu uma lesão no ligamento cruzado anterior, vai precisar operar, e só volta às competições no ano que vem.

Estadão Conteúdo

30 de junho de 2015 | 17h13

O planejamento inicial da comissão técnica era poupar Jade nos Jogos Pan-Americanos. Atleta do Flamengo, tal qual Rebeca, ela voltou às competições há duas semanas, participando do Campeonato Sul-Americano. Para não forçar o joelho operado no fim do ano, se apresentou apenas nas paralelas assimétricas e na trave.

Nos Jogos Pan-Americanos, a equipe é formada por seis atletas. Em cada aparelho, cinco ginastas se apresentam, com as quatro melhores notas sendo consideradas para o resultado por equipes. Na ausência de Rebeca, a comissão técnica optou por convocar Jade Barbosa voltando de lesão em detrimento a uma jovem de resultados menos expressivos.

A convocação, anunciada nesta terça-feira, tem duas atletas que estrearam este ano entre as adultas: Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira. Letícia Costa e Julie Kim Sinmon são as ginastas mais regulares da geração anterior à de Flávia e Rebeca. Já Daniele Hypolito, aos 30 anos, vai à sua quinta edição de Jogos Pan-Americanos.

Em Toronto, o Brasil vai testar a formação da equipe sem Rebeca Andrade. A garota, que tinha potencial para ser medalhista no individual geral no Mundial, vai ser desfalque importante na disputa por equipes em Glasgow (Escócia). Afinal, é quem mais soma pontos em um time que precisa ficar entre os oito primeiros do Mundial para se classificar aos Jogos Olímpicos.

"Qualquer uma que ficasse de fora neste momento faria falta, ainda mais a Rebeca que tem tido resultados tão bons, mas estou gostando muito do comportamento das meninas, que estão mostrando superação diante desse imprevisto. Temos que seguir em frente", lamenta a coordenadora técnica da seleção, Georgette Vidor.

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