Receitas do Itaquerão vão para um fundo

Um dos três únicos estádios privados da Copa do Mundo, o Itaquerão terá, por 30 anos, todas as suas receitas direcionadas para um fundo de investimento imobiliário, criado para este fim. Mas a administração da arena ficará a cargo do Corinthians.

O Estado de S.Paulo

14 de abril de 2013 | 02h06

O clube também está encarregado de "correr atrás'' de negócios envolvendo a arena, como, por exemplo, a venda do naming rights e dos camarotes.

O Corinthians, no entanto, tem participação minoritária no fundo, que também é formado pela Construtora Odebrecht e pela Jequitiba Patrimonial.

O Beira-Rio, de propriedade do Internacional, será administrado pelo clube gaúcho, mas a construtora Andrade Gutierrez, responsável por dar as garantias financeiras para a obtenção do empréstimo que viabilizou a reforma do estádio, vai participar da gestão.

A Arena da Baixada, em Curitiba, do Atlético Paranaense, vai ter a administração feita totalmente pelo clube.

Vários estádios foram construídos ou reformados por meio de parcerias público-privada. São os casos do Mineirão, Fonte Nova, Arena Pernambuco, Arena das Dunas e Castelão. A administração dessas arenas foi cedida a empresas privadas, por meio de consórcios, mas após um período que varia de 5 a 35 anos o controle voltará aos governos estaduais.

O Maracanã também terá a administração concedida por meio de PPP e depois de 35 anos deverá voltar para o Estado do Rio. / A.L.

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