Reforma do Morumbi deve custar R$ 180 milhões

As obras para adaptar o Morumbi para a Copa do Mundo de 2014 devem custar cerca de R$ 180 milhões, valor que o São Paulo, dono do estádio, promete captar com parceiros da iniciativa privada. A maior parte do valor será destinada à construção de uma vistosa cobertura, que atingirá os 62 mil lugares e será construída com material igual ao do Ninho de Pássaro, em Pequim.

AMANDA ROMANELLI, Agencia Estado

31 de maio de 2009 | 16h18

"Esse será o grande desafio", atesta o arquiteto Ruy Ohtake, são-paulino que afirma fazer um trabalho ?quase voluntário? para o clube de coração. O São Paulo deve entregar, até o fim do ano, a primeira etapa de reformas do Morumbi, que foi inaugurado em 1960 e já passou por uma reforma estrutural na década de 90.

Agora, todo o anel inferior será ocupado por camarotes e lojas, efetivando, assim, o sonho do São Paulo de fazer do local uma espécie de shopping. O objetivo do clube é manter o local como fonte de renda, sem depender apenas da bilheteria das partidas e de eventuais jogos de outras equipes. A área de circulação do setor também ganhará uma bela intervenção visual. O piso, de resina, terá as cores do clube. O teto, com forro de PVC, será vermelho. Nas paredes, vitrines e imagens que contarão a trajetória do Tricolor Paulista.

O Morumbi hoje é o único estádio de São Paulo que seria apto a receber o Mundial de 2014. Uma segunda opção, no caso de o clube não conseguir o dinheiro para a execução da reforma, seria a construção de um novo estádio na cidade, medida que chegou a ser considerada pelas autoridades, mas já foi, inicialmente, rejeitada.

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