Renan Barão defende cinturão do UFC para reafirmar hegemonia

Brasileiro encara TJ Dillashaw na noite deste sábado, em Las Vegas

Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

24 de maio de 2014 | 12h04

LAS VEGAS -

Apesar de ter apenas 27 anos, Barão já acumula em seu currículo uma série inacreditável de vitórias, fruto, ele garante, da sua “paraibagem”. Mas também da paciência que o acompanha desde o início e do trabalho desenvolvido pelo técnico Dedé Pederneiras, cujo trabalho mantém os dois únicos cinturões do País no UFC, o de José Aldo (peso pena) e o de Barão.

RECONHECIMENTO

Barão não parece se importar com o fato de sua imagem ainda não ser tão explorada como a de outros companheiros do UFC. Pelo contrário, diz que muita exposição na mídia até atrapalha. Mas é crítico no que diz respeito ao reconhecimento do trabalho da Nova União, academia onde treina ao lado de José Aldo e Júnior Cigano. “Por ser uma das melhores equipes do mundo, por ele (Dedé) ser o treinador de campeões como eu, o Aldo, ter de 10 a 12 lutadores no UFC e campeão no Bellator, deveria ter mais reconhecimento da mídia”, afirma.

No que depender dos planos de Barão, justificativas para esse reconhecimento não faltarão. Ocupando atualmente a terceira colocação no ranking mundial peso por peso – atrás do companheiro José Aldo –, o potiguar tem planos maiores: “Se eu pudesse, escolheria ser o primeiro. Mas sei que cheguei agora, estou engatinhando, trabalhando para que, no futuro, esteja na primeira colocação.”

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