Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Renovado Palmeiras testa nervos fora de casa pela Libertadores

Equipe, ainda em formação, tenta mostrar maturidade na visita ao paraguaio Libertad

DANIEL BATISTA, O Estado de S.Paulo

27 de fevereiro de 2013 | 02h06

SÃO PAULO - O técnico Gilson Kleina já tem a certeza que possui um elenco determinado em mãos e a prova foi a postura nas partidas contra Sporting Cristal e Corinthians, quando conseguiu ter boas atuações e conquistar uma vitória (sobre os peruanos, por 2 a 1) e um empate (2 a 2 c0m o rival), ambos no Pacaembu. Nos próximos três jogos, a preocupação é saber o quanto o time aguenta pressão.

O Palmeiras joga amanhã contra o Libertad, em Assunção, na próxima quarta-feira tem pela frente o Tigre, em Victoria (região metropolitana de Buenos Aires) e no domingo faz o clássico contra o São Paulo, no Morumbi. Todos os jogos como visitante. Para conseguir manter o equilíbrio, principalmente dos mais jovens, a ajuda dos atletas mais experientes será fundamental para o treinador palmeirense.

Do time titular do Palmeiras, apenas três jogadores tiveram a oportunidade de atuar como visitante na Libertadores: Fernando Prass, Henrique e Souza. "Jogo de Libertadores fora de casa é sempre complicado. Acontecem coisas fora que no futebol hoje em dia não deveriam acontecer. Já joguei em um vestiário que tinha uma laje e colocaram um carvão com fogo em cima para esquentá-la", disse o goleiro.

A pressão cai também em cima de Kleina. O treinador chegou a dirigir o Palmeiras na Sul-Americana do ano passado, contra o Millonarios, mas pela primeira vez dirige uma equipe fora do Brasil pela Libertadores. "Reunimos material com vídeo para sabermos como nos portarmos. Não podemos achar que é futebol brasileiro", alertou.

Em relação ao time, a formação é a mesma dos últimos três jogos. As novidades ficam para a presença do meia Valdivia e dos atacantes Maikon Leite e Kleber na lista dos relacionados, recuperados de lesão.

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