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Revezamento tenta milagre contra império

Ninguém duvida que a equipe do revezamento 4 x 100 metros dos Estados Unidos é a favorita absoluta à medalha de ouro na prova de equipe mais empolgante do atletismo. Das 20 edições olímpicas em que o revezamento foi disputado, desde Estocolmo, em 1912, os americanos ganharam 15 medalhas de ouro e uma de prata. Os brasileiros concordam que os velocistas dos Estados Unidos têm a supremacia, mas acham que podem brigar por um lugar no pódio com forças como Jamaica, Japão, Inglaterra e Alemanha. O Brasil terá Claudio Roberto de Souza, Edson Luciano Ribeiro, André Domingos e Vicente Lenílson, nessa ordem, no revezamento - as duas séries qualificatórias serão nesta sexta-feira, no Estádio Olímpico, a partir das 14h10 (horário de Brasília). As oito melhores equipes vão à final, sábado. O Brasil correrá na raia 8 da segunda série qualificatória, com Inglaterra, Jamaica, Holanda, França, Itália, Estados Unidos e Gana. Na primeira série estarão Polônia, Nigéria, Trinidad e Tobago, Japão, Alemanha, Rússia, Austrália e Canadá. Os Estados Unidos terão de escalar quatro dentre seis velocistas: John Capel, Shawn Crawford, Justin Gatlin, o campeão olímpico dos 100 metros, Maurice Greene, Coby Miller e Davis Patton. "Acho que eles trouxeram a equipe mais forte da história, que chega aqui com três corredores fazendo tempos abaixo dos 10 segundos. Só não levam se errarem feio", afirma o técnico Jayme Neto Jr., que comanda o revezamento do Brasil. Rival - Mas observa que sua equipe não vai entrar na pista do Estádio Olímpico para brigar por posições inferiores. A filosofia do grupo será a de pensar na medalha de ouro, sem se importar com os rivais dos Estados Unidos. "O Edson está bem (ficou parado por duas semanas, em julho, por causa de uma inflamação na próstata, que atrasou sua preparação) e corre com eficiência quando está lançado, não tem de partir do bloco, todos os outros velocistas estão bem, penso que faremos uma boa corrida." Jayme ainda conta com a experiência de Edson Luciano que, juntamente com André Domingos, participou de todas as conquistas do Brasil na prova - duas medalha olímpicas, a de bronze em Atlanta (1996) e a de prata em Sydney (2000), além da prata no Mundial de Paris (2003). "Tem muita experiência, é tranquilo, dá equilíbrio ao grupo", acentua Jayme. O técnico acentuou ainda que confia no grande entrosamento de seu time, muito bem treinado. "Temos bons velocistas e colocados em posições adequadas. Treinamos muito mais muito mesmo a passagemdo bastão, que é fundamental nessa prova."

Agencia Estado,

27 Agosto 2004 | 08h52

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