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Ricardo e Emanuel: prêmio em dinheiro

Ricardo e Emanuel vão encher o bolso com a conquista da medalha de ouro na Olimpíada de Atenas. A dupla, campeã do torneio de vôlei de praia, receberá R$ 100 mil de prêmio da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), quantia até um pouco mais elevada do que costuma receber nas etapas do Circuito Mundial. Os dois, que comemoraram a façanha até às 6 horas da manhã desta quinta-feira, deixaram Atenas no início da noite e chegam sexta ao Rio, onde passarão o dia. No sábado, seguem para João Pessoa, cidade que os apóia, e, em seguida, se juntarão às suas famílias. O que mais querem, agora, além de matar a saudade dos amigos e dos parentes, é sentir de novo o gostinho da comida brasileira. "Estou com saudade das churrascarias do Brasil, não existem iguais no mundo", comentou Emanuel, que, com com o parceiro, ficou mais de três meses fora do País para se preparar para os Jogos Olímpicos - volta domingo para Curitiba, sua terra natal. "A primeira coisa que vou fazer quando chegar é ir a uma churrascaria." "Eu quero é comer feijoada", contou o baiano Ricardo, que vai matar a saudade do prato tipicamente brasileiro em Salvador, no fim de semana. O fato de figurarem entre os melhores do mundo os deixa em condição financeira extremanente confortável. Embora pouca gente imagine, os dois têm remuneração bem maior que muito jogador de futebol de primeira linha. Emanuel pode se orgulhar de ser o mais premiado da modalidade. Acumulou, na carreira, mais de US$ 1,3 mihão, sem levar em conta o que recebe dos patrocinadores. Fim de uma geração? - A preocupação, agora, é com a renovação no vôlei de praia. A maioria dos representantes do País em Atenas dificilmente irá para Pequim em 2008. Benjamim, parceiro de Márcio, já anunciou que pretende se despedir do esporte em um ou dois anos. No feminino, Adriana Behar, de 35 anos, e Shelda, de 31, também dificilmente voltarão aos Jogos Olímpicos. Na China, novas caras aparecerão, garantem os dirigentes. "Temos 150 duplas disputando o Circuito Banco do Brasil e vamos elevar esse número para 200", declarou Ary Graça, presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBF). "Há muita gente jovem e boa."

Agencia Estado,

26 Agosto 2004 | 21h15

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