Ricardo Teixeira escapa de inquérito policial

SÃO PAULO - Em meio a várias denúncias e ameaças, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, teve uma boa notícia neste fim de ano. No último dia 23 a Justiça Federal concedeu habeas corpus que extingue o inquérito policial que investigava a possível prática de crimes contra o sistema financeiro e de lavagem de dinheiro por parte do dirigente.

O Estado de S.Paulo

29 de dezembro de 2011 | 03h03

Os advogados de Teixeira estudam agora o que fazer em relação à Justiça suíça, que liberou o conteúdo de documentos que, suspeita-se, revelem o envolvimento do presidente da CBF e de João Havelange com o esquema de pagamento de propinas na época em que a empresa ISL, então parceira da Fifa, cuidava da comercialização dos direitos de transmissão das Copas do Mundo.

COPA 2014

A diretoria do BNDES decidiu prorrogar por um ano, até 31 de dezembro de 2012, o prazo para pedidos de empréstimos para reformas ou construções de estádios que receberão jogos da Copa do Mundo. Até agora, das 12 sedes apenas duas - Porto Alegre e Brasília - não procuraram o banco, que abriu linha de crédito de até R$ 400 milhões para cada arena.

A decisão interessa especificamente ao Inter-RS, dono do Beira-Rio. Corinthians e o Atlético-PR já entraram com o pedido no banco.

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