Rivaldo depende só de documento para assinar

Clube e jogador chegam a acordo, mas ainda falta a liberação do Bunyodkor; meia decide falar só após oficializar o contrato

Paulo Favero,

23 de janeiro de 2011 | 00h34

Enfim, o sonho do presidente Juvenal Juvêncio foi realizado. Ele anunciou ontem o acerto com o meia Rivaldo, que espera a regularização de sua documentação para poder jogar pelo São Paulo. O jogador de 38 anos estava no Bunyodkor, do Usbequistão, na última temporada. "Desde que surgiu a história, nós da diretoria, assim como a torcida, ficamos estusiasmados com a possibilidade de ele ser contratado", explica o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes.

A expectativa é que Rivaldo siga os passos de outros craques que chegaram ao tricolor no fim da carreira e brilharam, como Sastre, Zizinho, Gerson e Toninho Cerezo. "Todos tinham uma forma física muito boa, se cuidavam, não eram de ir para a balada. E isso foi importante para o sucesso deles aqui", conta.

Rivaldo se encaixa no perfil desses jogadores. Tem idade avançada, brilhou em todos os lugares onde passou, foi eleito melhor jogador do mundo. Pensava em encerrar a carreira pelo Mogi Mirim, clube do qual é presidente, quando surgiu o convite. "Quando o entendimento é direto com o cartola, fica mais fácil", brinca João Paulo.

O salário e o tempo de contrato já foi definido entre as partes. "O contrato é até o fim do ano, com possibilidade de renovar por mais um", avisa Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, vice-presidente de futebol. Abordado ontem, durante o jogo entre seu Mogi Mirim e o Mirassol, Rivaldo preferiu não se pronunciar. Disse que falará somente quando assinar o contrato.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.