Evelson de Freitas/AE
Evelson de Freitas/AE

Rodrigão quer a 3ª medalha olímpica para encerrar 'ciclo maravilhoso'

Meio de rede apontou Rússia, Polônia e EUA como principais obstáculos do Brasil no caminho ao topo do pódio do vôlei masculino

O Estado de S.Paulo

21 de julho de 2012 | 15h34

Aos 33 anos, o meio de rede Rodrigão quer a terceira medalha olímpica - a segunda de ouro - para encerrar a trajetória de 13 anos defendendo a seleção brasileira de vôlei. "Chegou o momento de passar a bola", declarou o jogador. "Seria maravilhoso encerrar esse ciclo com mais uma medalha, principalmente se for a de ouro", acrescentou, antes de embarcar para Londres.

Para o camisa 14 da equipe de Bernardinho, prata em Pequim-2008, os principais adversários do Brasil na disputa para repetir o primeiro lugar de Atenas-2004 são a Rússia ("um grupo fortíssimo), a Polônia, que "vive uma temporada excelente" e os EUA, país que sempre faz uma "preparação especial para as Olimpíadas" na avaliação do atleta.

Rússia e EUA estão no mesmo grupo do Brasil, o B, considerado o mais forte do vôlei masculino nos Jogos de Londres. Alemanha e Sérvia completam a chave.

SUCESSOR

O central de 2,05 m aponta um colega do grupo como seu sucessor: Lucão, "jovem, mais alto e com um currículo excelente", destacou. Rodrigão acredita que o colega de 26 anos e 2,09 m será por um longo tempo titular da seleção. A opinião é abalizada: além das conquistas olímpicas, Rodrigão é tricampeão mundial e oito vezes vencedor da Liga Mundial pelo Brasil, entre outros títulos.

 

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