Roma derrota Juventus e enche o Napoli de esperança

Com gol de Totti, time da capital derrota a líder da competição por 1 a 0. Os napolitanos vão encarar hoje a Sampdoria

ROMA, O Estado de S.Paulo

17 de fevereiro de 2013 | 02h03

Um golaço do veterano Totti ontem, no Estádio Olímpico, na vitória por 1 a 0 da Roma sobre a Juventus, pode mudar a história da disputa do título do Campeonato Italiano. A Juve ainda lidera, com 55 pontos, mas deu ânimo para o Napoli, que tem 50 e hoje receberá a Sampdoria no Estádio San Paolo.

O clássico de ontem teve predomínio da Roma, que criou as melhores chances de gol e soube controlar o jogo depois do tento de seu capitão, marcado em um forte chute da entrada da área, aos 13 minutos do segundo tempo. Com 37 pontos, a Roma busca vaga na Liga Europa. Também ontem, Chievo e Palermo empataram por 1 a 1.

A derrota por 3 a 0 diante do Viktoria Plzen, em Nápoles, pela Liga Europa, foi um duro golpe para o Napoli, que agora precisa de um milagre para continuar no torneio. E o técnico Walter Mazzarri tenta fazer com que o elenco não se desespere. Por isso, a ordem é não deixar de aproveitar o tropeço da Juve.

Mazzarri admitiu que o time jogou mal no meio da semana, mas encontrou um álibi para atenuar o mau desempenho de seus jogadores. "Nosso gramado está em péssimo estado, parece um campo de batatas. Se estivesse bom nós teríamos criado muito mais chances." O atacante uruguaio Cavani, artilheiro do time na temporada, com 27 gols (18 deles no Campeonato Italiano), não marca há três jogos.

A Internazionale terá uma parada dura hoje: visitará a Fiorentina. O time foi ultrapassado pelo Milan - que venceu o Parma na sexta-feira -, mas se vencer pulará do quinto para o terceiro lugar.

Os jogadores prometem uma reação na reta final do campeonato para garantir vaga na Copa dos Campeões (os três primeiros se classificam para a competição) em homenagem ao atacante argentino Diego Milito, que sofreu uma grave lesão no joelho esquerdo durante o jogo de quinta-feira contra o Cluj, pela Liga Europa (ruptura do ligamento cruzado anterior e do colateral externo).

O tempo mínimo de recuperação é de nove meses, mas existe o risco de Milito ter de encerrar a carreira.

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