Roni: ''Não vim para ser coadjuvante no Santos''

Roni, um dos reforços que o Santos contratou para dividir com Kléber Pereira a responsabilidade de fazer gols, sabe que é visto como o primeiro candidato a deixar o time quando o equatoriano Bolaños estiver pronto para jogar.Reconhece que até aqui não justificou o esforço dos dirigentes para trazê-lo de volta ao Brasil - estava no Gamba Osaka, do Japão. As pressões, porém, não o abalam. "Pretendo ser importante para o time e não um simples coadjuvante de Kléber Pereira. Sei fazer gol e estou evoluindo gradativamente", analisa o atacante que já participou de três jogos - o amistoso contra a Portuguesa Santista, Guaratinguetá e Noroeste - e ainda não fez gol. Sobre o risco de sair do time quando Bolaños estiver com a documentação regularizada, Roni acha que a concorrência é positiva para que todos procurem sempre render o máximo, e o técnico tenha mais opções para montar o time. "Assim fica mais fácil o Santos brigar por títulos." Apesar de sentir a necessidade de se garantir no time, Roni não esconde que enquanto não estiver bem condicionado vai procurar não atrapalhar Kléber Pereira. Ao contrário: quer continuar jogando para ele. "Temos de explorá-lo, porque vem fazendo gols em todos os jogos e sendo fundamental para que a equipe vença.O Santos recebe, amanhã, o Mirassol, às 21h30.

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