Rússia defende o título. Americanas vêm com força

O Brasil terá vida difícil no Mundial. A equipe é uma das favoritas, mas na rota até a final terá adversários de respeito, como a Rússia, atual campeã, e os Estados Unidos, fortalecidos pela recente conquista do Grand Prix e de eleição da meio de rede Foluke Akinradewo como melhor jogadora da competição.

, O Estado de S.Paulo

28 de outubro de 2010 | 00h00

O Brasil está no Grupo B do Mundial, com sede em Hamamatsu, que também conta com Quênia, República Checa, Itália, Porto Rico e Holanda. O técnico da seleção, José Roberto Guimarães, comentou as adversárias que virão depois do confronto contra o Quênia. Para o treinador, as italianas são as que impõem mais respeito. "Tem a Lo Bianco, que eu considero a melhor levantadora do mundo. A Barazza, que engravidou e não disputará a competição, é um desfalque. Mas a Arrighetti, que a substituirá, também é muito boa jogadora. Com esta mudança, acho que o time ganha em ataque, mas perde um pouco no bloqueio."

República Checa e Holanda também, segundo o treinador, também merecem atenção. Zé Roberto diz que as checas têm como forte o fato de que estão espalhadas por clubes de todo o planeta e conhecem muitas das adversárias. "Entre as atletas, destaco a ponteira passadora Havelkova." As holandesas contam com uma base que ganhou o Grand Prix de 2007. "A equipe possui ótimo volume de jogo e bom ataque de bolas altas. O time conta com a ponteira Flier e com centrais de grande qualidade." Porto Rico, segundo o treinador brasileiro, tem um bom time. "Mas não tem muita opção no banco de reservas."

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