Paul Sancya/AP
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Rússia vai recorrer contra retirada da luta da Olimpíada

Modalidade que é dominada pelo país nos Jogos foi retirada da programação pelo Comitê Executivo e COI

AE-AP, Agência Estado

13 de fevereiro de 2013 | 10h13

MOSCOU - O chefe do Comitê Olímpico Russo declarou nesta quarta-feira que planeja apelar ao Comitê Olímpico Internacional (COI) para recolocar a luta no programa de competições dos Jogos Olímpicos. Na última terça-feira, o Comitê Executivo do COI decidiu retirar o esporte da Olimpíada de 2020.

"Nós vamos usar toda a nossa força para convencer o COI a não excluir a luta do programa olímpico", disse, nesta quarta, Alexander Zhukov, presidente do Comitê Olímpico Russo, revelando que pretende escrever a Jacques Rogge, presidente do COI, sobre o assunto.

A luta é um dos esportes em que os russos são mais fortes. Somando os resultado da União Soviética com os da Rússia, são 77 medalhas de ouro conquistadas na história da Olimpíada. Em 2012, nos Jogos de Londres, o país dominou as disputas do esporte, com quatro medalhas de ouro, duas de prata e cinco de bronze.

A decisão de retirar a luta ainda precisa ser referendada pelo COI em um encontro marcado para setembro, mas foi considerada surpreendente, principalmente porque o esporte é disputado desde a primeira edição dos Jogos Olímpicos, realizados na cidade de Atenas em 1896.

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