Santos recebe o Goiás e Mancini já pensa em deixar Neymar no banco

Neymar joga ou fica no banco? A grande dúvida do técnico Vágner Mancini para enfrentar o Goiás hoje, às 16 horas, na Vila Belmiro, diz respeito à maior promessa santista desde Robinho. Ele sabe que se o adversário sair na frente no marcador e o garoto voltar a jogar mal como nas últimas três partidas poderá ser vaiado. E, por isso, talvez opte por deixá-lo no banco para voltar em situação favorável. Seria uma forma de preservá-lo. Mas, ao mesmo tempo, Mancini acredita que, com o time jogando em casa, contra um adversário intermediário e com apoio do torcida, Neymar poderá superar a má fase."Nada está decidido ainda", disse o treinador. "Neymar está lidando com uma situação diferente, com a pressão da torcida e com a mídia falando dele. Sabíamos que ele iria passar por uma situação dessas. Depois do sucesso inicial, é normal o período de oscilação. Seu amadurecimento será mais espaçadamente", explicou. Enquanto os reforços não chegam, o Santos vai manter o time vice-campeão paulista. Kléber Pereira continuará mais adiantado, Paulo Henrique Lima, o Ganso, será o encarregado da armação e Madson vai correr por todos os cantos para desarrumar a defesa adversária.No lugar de Triguinho, que sofreu fratura por estresse no pé direito, joga Pará. Se ele tiver algum problema durante a partida, seu substituto será Molina, que treinou na posição no time reserva durante a semana e marcou o gol de empate contra o Grêmio na última rodada (1 a 1).

Sanches Filho, SANTOS, O Estadao de S.Paulo

16 de maio de 2009 | 00h00

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