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São Paulo aposta na força ofensiva

Com a pior defesa entre os quatro grandes (11 gols), o São Paulo tem se segurado na força de seu setor ofensivo. Os 20 gols marcados no campeonato colocam o ataque do São Paulo como o mais positivo da competição.

O Estado de S.Paulo

25 de fevereiro de 2012 | 03h02

No último jogo, sem o artilheiro Willian José (7 gols), Cícero assumiu a vaga no ataque e não decepcionou: marcou duas vezes no empate com o Bragantino, por 3 a 3. "Fica uma situação estranha: quem entra no setor ofensivo faz gol, e quem entra na defesa, sofre gols", admite Leão.

Cícero se juntou a Lucas com três gols marcados, na vice-artilharia da equipe. Polivalente, ele já atuou como atacante, meia, volante e até lateral desde que chegou ao Morumbi. "Sei atuar em diversas funções, mas prefiro jogar como segundo volante, que é onde rendo mais", admite ele.

Apoio. Entre os jogadores de ataque que têm atuado no time titular do São Paulo, só Fernandinho ainda não fez gol na temporada. Contra o Bragantino, ele deu passe para gol, mas passou em branco novamente. Amanhã, contra o Palmeiras, o atacante será o companheiro de Willian José na partida em Presidente Prudente.

Para dar moral ao atacante, Emerson Leão garantiu que Fernandinho é essencial. "Temos de transformar o Fernandinho em um Fernando. Ele tem que acreditar mais nele. Teve bons e maus momentos, mas deu um gol para o companheiro e isso é muita coisa", disse o técnico. "Conto com ele sempre, gosto de jogadores insinuantes."

Já para Casemiro os elogios são moderados. "O Casemiro está se readaptando à condição de titular. Nunca vou falar que é, ele está sempre me devendo", brincou o treinador / B.D.

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