São Paulo corre para anunciar pacote de pouco impacto

Clube quer aproveitar o lançamento das obras de cobertura do Morumbi para apresentar nomes como Fabrício, ex-Cruzeiro

BRUNO DEIRO, O Estado de S.Paulo

19 de dezembro de 2011 | 03h04

O São Paulo corre para viabilizar a apresentação de reforços amanhã, quando deve organizar um evento para anunciar oficialmente a parceria para a construção de um hotel e da cobertura do Morumbi. Mesmo sem grandes estrelas, a ideia é mostrar alguns dos nove jogadores prometidos pela diretoria para 2012.

Em meio à busca por atletas para as posições mais carentes, o setor defensivo é o que ganhou mais novidades. O meia Maicon e o zagueiro Edson Silva, ambos do Figueirense, e o volante Fabrício, do Cruzeiro, já fizeram exames médicos e devem ser oficializados. O acordo com Paulo Miranda, do Bahia, deve ser sacramentado nos próximos dias.

Nomes de mais impacto, no entanto, ainda não surgiram. O lateral-esquerdo Bruno Cortês, destaque do Botafogo no Brasileiro, é a nova investida, mas o negócio ainda não foi finalizado. Já Montillo, Nilmar e Taison, atletas cogitados pela diretoria para empolgar a torcida, estão praticamente descartados.

Segundo o técnico Emerson Leão, a principal carência da equipe para a próxima temporada é um meia que atue pelo lado esquerdo, em substituição ao veterano Rivaldo, que não teve seu contrato renovado.

Em sigilo. O São Paulo trabalha de forma discreta para qualificar sua equipe e não comenta negociações em andamento. Na lista de armadores cotados para 2012 estão Jadson, do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, e Douglas, do Grêmio.

No Sul, os próprios dirigentes do clube gaúcho afirmam que o Tricolor seria um dos interessados em contar com Douglas. Tudo depende, porém, do andamento da renovação do jogador, que tem contrato até dezembro do ano que vem e não mostra disposição em permanecer no clube depois disto.

Jadson, por seu lado, já manifestou interesse em voltar ao País e garante que conseguiria uma eventual liberação na Ucrânia. Mas o alto salário e complicações burocráticas devem prolongar a negociação, que só deve ser levada à frente no próxima ano.

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