São Paulo diz que não haverá dinheiro público no Morumbi

O assessor da presidência do São Paulo e responsável por cuidar do projeto da cobertura do Morumbi, Francisco Manssur, fez questão de ressaltar que toda a obra não terá ajuda financeira do Estado ou da prefeitura. "Não queremos favor. Queremos as aprovações para um equipamento que é usado 55 vezes por ano. Não queremos nem um tostão do dinheiro público. Já temos todo o projeto para viabilizar a obra."

O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2011 | 03h04

Manssur afirmou que a reforma deve durar 18 meses e não há previsão de fechar o Morumbi por um longo período. "No pior cenário, o estádio ficaria com capacidade para 25 mil pessoas em alguns períodos. E a elevação da cobertura, que é quando o estádio precisa ficar fechado, queremos que seja feita durante o recesso da temporada."

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, jogou a responsabilidade pelo início da colocação da cobertura e do hotel anexo ao estádio nas mãos do poder público. E recebeu como resposta o comprometimento do prefeito Gilberto Kassab. Juvenal disse que se as alterações necessárias na lei de zoneamento forem aprovadas, o clube e a empreiteira Andrade Gutierrez têm condições de começar a obra rapidamente.

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