São Paulo enfrenta o Paulista em clima de amistoso

Preocupado com o clássico de domingo contra o Corinthians e com a Libertadores, Ney vai poupar jogadores

FERNANDO FARO, O Estado de S.Paulo

27 de março de 2013 | 02h08

Líder isolado do Campeonato Paulista, com um jogo a menos do que a vice-líder Ponte Preta, o São Paulo vai enfrentar o Paulista, em Jundiaí, às 22h, em clima de amistoso antes do duelo contra o The Strongest, no dia 4, que pode selar o destino do time na Libertadores e lançá-lo ao céu ou ao inferno. O confronto em Jundiaí será o penúltimo antes do compromisso em La Paz - o Tricolor ainda encarará o Corinthians, domingo - e o São Paulo terá vários reservas em campo.

No último treino, Ney Franco dirimiu as dúvidas sobre quem seria aproveitado. Ao promover oito mudanças - apenas a troca do suspenso Denilson por Wellington foi obrigatória -, o treinador deixou claro que priorizará o clássico do fim de semana como preparação para a partida decisiva na Bolívia.

O desentrosamento pode até aparecer, mas não será por falta de experiência que o Tricolor terá dificuldades contra o Paulista. Rogério Ceni, Lúcio e Luis Fabiano, os três atletas mais experientes do grupo, estarão em campo e terão a responsabilidade de comandar os companheiros rumo a mais uma vitória.

"O Rogério foi o único com quem conversei à parte porque ele estava sentindo um pouco. Mas ele disse que estava bem e poderia jogar. Espero que o Lúcio esteja bem e nos atenda para que tenhamos uma defesa sólida", explicou o treinador.

Embora a opção por uma equipe mista dê a entender que os jogadores preservados estarão em campo contra Corinthians e The Strongest, o técnico alerta que ninguém tem lugar cativo. "Não poderíamos ir para um jogo desse (o da Bolívia) sem dar chances para que Paulo Miranda, Cortez, Rhodolfo e Fabrício adquirissem mais ritmo de jogo. Vamos comparar os jogos e a partir daí montaremos a equipe."

A maior expectativa fica em torno de Paulo Miranda, que fará seu primeiro jogo após se submeter a uma artroscopia no joelho esquerdo, no fim de fevereiro.

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