São Paulo leva problemas para o CE

Calor, desfalques e o desempenho da defesa são as preocupações de Carpegiani, às 16 horas (de Brasília), no Castelão

Giuliander Carpes, O Estado de S.Paulo

24 de outubro de 2010 | 00h00

O São Paulo enfrenta quatro adversários diretos na luta por um dos três postos que garantem vaga na Taça Libertadores de 2011 - se um brasileiro levar a Copa Sul-Americana, vão apenas três times pela Série A e não quatro. Mas também é importante vencer adversários que não estão nessa disputa. E hoje a equipe de Paulo César Carpegiani tem um confronto perigoso, às 16 horas (15 horas em Fortaleza), diante do Ceará, no Castelão. A principal meta do São Paulo é acertar a defesa. O maior medo, o calor.

Carpegiani perdeu o zagueiro Alex Silva e os laterais titulares Richarlyson e Jean, suspensos. Vai ter de improvisar para diminuir a taxa de cinco gols sofridos nas últimas três partidas sob o comando do novo treinador.

"Esta situação preocupa bastante. Quando fomos campeões brasileiros, tínhamos uma equipe que não sofria gols e ganhava de 1 a 0. Agora é um pouco diferente", explica Miranda. "Antes o jogo ficava até meio chato de assistir. Hoje jogamos diferente, um pouco mais expostos atrás, mas buscando o ataque. Por isso fazemos muitos gols e sofremos muito também."

Carpegiani testou Ilsinho na direita e não gostou. Vai colocar por ali o zagueiro Renato Silva com o objetivo de dar mais segurança. No miolo da defesa, entra Xandão, que se recuperou de lesão muscular na coxa esquerda e faz sua primeira partida com o técnico. Diogo ganhou a posição pela esquerda - a expulsão de Richarlyson não agradou Carpegiani, que pode passar a deixá-lo no banco de reservas.

Além disso, há o forno que vai se tornar o Castelão. "A gente fica chateado. Um jogador atua de forma diferente às 15 horas ou às 18 horas", reclama o técnico, aludindo ao horário local da partida, já que o Ceará não tem horário de verão. "Mas nossa equipe é muito bem preparada", confia Miranda", confia Miranda.

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