Clayton de Souza/Estadão
Clayton de Souza/Estadão

São Paulo tenta minimizar pressão antes de jogo decisivo na Libertadores

Time precisa de bom resultado contra o Arsenal na Argentina, para afastar o risco da eliminação

PAULO FAVERO, O Estado de S.Paulo

12 de março de 2013 | 02h06

SÃO PAULO - O São Paulo precisa de um bom resultado na quinta diante do Arsenal para afastar de vez o fantasma da eliminação precoce na Libertadores. O confronto na Argentina pode ser um divisor de águas na temporada e o técnico Ney Franco começa a semana ciente das dificuldades que o time tem encontrado. Apesar disso, o atacante Aloísio, que será titular no lugar do suspenso Luis Fabiano, minimiza a pressão. "Esse jogo não vai mudar muita coisa, pois não vamos sair classificados, muito menos eliminados", avisa o atleta.

Aloísio se baseia nos resultados recentes da equipe para mostrar um certo otimismo. O São Paulo não perde há sete partidas - a última derrota foi na estreia na Libertadores, em 13 de fevereiro, contra o Atlético-MG. Depois disso, o time teve uma vitória e um empate na competição sul-americana e quatro vitórias e um empate no Paulistão. "Nos três últimos jogos nós tivemos algumas dificuldades, pois enfrentamos times retrancados na Libertadores e contra o Palmeiras ficamos com um atleta a menos, o que nos prejudicou. Mas temos totais condições de conseguir os três pontos na Argentina", continua.

O atacante reclamou de dores após o clássico com o Palmeiras, mas explica que já está recuperado. "Foi decorrência do cansaço", diz. Ele também defende o técnico Ney Franco das críticas e acha que o São Paulo ainda vai engrenar. "As críticas são injustas. Ele está fazendo o que acha melhor para o time. O torcedor, claro, tem o direito de reclamar. Mas ele não dá explicação se coloca determinado jogador no time, então não tem que dar explicação quando tira alguém."

Uma das grandes expectativas é em relação ao meia Ganso. O treinador ainda não deu pistas se ele será titular, mas se depender de Aloísio, o atleta pode atuar ao lado de Jadson. "O jogo fica mais inteligente com os dois. São excelentes jogadores e podemos atuar com eles e ainda com três atacantes. Para mim é bom."

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