São Silvestre: segurança é a de sempre

Dois assuntos ganharam destaque para esta São Silvestre: a segurança e o atendimento médico. Um temor é de que algum brasileiro tentar agarrar algum corredor queniano durante a prova. O outro é de que competidores possam sofrer problemas cardíaco na corrida. O organizador da prova, Júlio Deodoro, diz que a atenção das pessoas que trabalharão na segurança será redobrada - até porque a organização recebeu e-mails alertando sobre um risco de uma tentativa de interferência imitando o gesto do ex-padre irlandês Cornelius Horan na Olimpíada para com o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima. Mas o efetivo não será aumentado. "Serão 3 mil policiais e 1.050 fiscais para as 15 mil pessoas", disse Deodoro. Dos policiais, 12 estarão em motos acompanhando os atletas de elite. "Se alguém quiser atrapalhar, será duplamente imbecil: primeiro por tentar e segundo porque vai ser pego." O dirigente, no entanto, pediu para que a população acione a polícia em caso de movimentos suspeitos. Deodoro ressalta que 26 enfermeiros e 8 médicos estarão de plantão, contando com aparelhos como desfibrilador, que já era utilizado em outras edições. Mas o perigo de mortes existe. "Segundo levantamento da Federação Internacional de Atletismo, há uma morte para cada 55 mil atletas em uma corridas de rua, o que significa possibilidade de uma morte a cada quatro São Silvestres.

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