Du Merlino/Divulgação
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Secretário do Ministério vê Olimpíada como 'ponto de partida'

'Potência esportiva pensando não só em medalhas, diz Leyser

Estadão Conteúdo

15 de dezembro de 2015 | 18h05

Às vésperas dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, cresce a expectativa por um grande resultado do Brasil. A meta é conseguir o maior número possível de medalhas, mas para quem mira o crescimento do esporte no Brasil, o objetivo é muito maior. Foi o que explicou o secretário de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, nesta terça-feira.

"Estamos aproveitando o momento para construir uma potência esportiva pensando não só em número de medalhas, mas na pluralidade de modalidades, na qualificação das equipes técnicas que estão por trás dos atletas. Também estamos pensando na profissionalização da gestão do esporte. E é preciso criar uma rede de prática do esporte bem estruturada, que vá da base ao alto rendimento", declarou.

Leyser participou de um seminário no auditório de Furnas, no Rio, e reforçou que o planejamento do Ministério do Esporte é mesmo buscar a evolução a longo prazo. Por isso, classificou o evento como "ponto de partida" para uma nova realidade esportiva, e não "ponto de chegada".

"É o primeiro passo do que a gente imagina que seja a nova era do esporte brasileiro. Os Jogos não são o ponto de chegada, e sim ponto de partida. E não se restringem ao Rio de Janeiro", afirmou.

O secretário ainda detalhou as metas feitas pelo governo brasileiro. "Trabalhamos com quatro conceitos relativos ao legado dos Jogos Rio 2016: que seja amplo, chegando a todas as modalidades; democrático, da base ao alto rendimento; nacional, chegando a todas as unidades da federação; e a longo prazo, que não se esgote no ano que vem."

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