Satiro Sodré/CBDA
Satiro Sodré/CBDA

Seleção aposta alto em dupla do nado peito para subir ao pódio

João Gomes Junior e Felipe Lima competirão nas provas dos 50m e 100m em Budapeste

Rafael Franco, O Estado de S.Paulo

22 de julho de 2017 | 07h00

Dois dos 16 atletas do Brasil nas disputas de natação do Mundial de Esportes Aquáticos, João Gomes Junior e Felipe Lima, especialistas no nado peito, chegaram à Hungria como esperanças de medalhas. Ambos brilharam na edição passada do Troféu Maria Lenk, última seletiva para o Mundial, em maio.

João cravou o segundo melhor tempo do ano nos 50 metros peito com 26s83. Nesta temporada ele só está atrás do britânico Adam Peaty, que marcou 26s48 em 2017 e no ano passado faturou o ouro olímpico nos 100 metros peito nos Jogos do Rio. “Essa será a primeira competição de nível mundial com todos os atletas do próximo ciclo olímpico. É uma competição importantíssima para a gente começar um ciclo bem”, projetou João ao Estado.

Medalhista de bronze nos 100 metros peito no Mundial de Barcelona, em 2013, Felipe Lima espera repetir ao menos um pódio em Budapeste e coroar uma temporada na qual conquistou as melhores marcas pessoais de sua carreira nos 50m peito, de 27s00, e nos 100m do mesmo estilo (59s32), ambas no último Maria Lenk.

“Eu tive neste ano duas quebras de recordes pessoais, nos 50m e nos 100m peito. Desde 2013 eu não conseguia melhorar meus tempos. A minha expectativa é a melhor possível neste Mundial”, disse Felipe.

O nadador assegura que o fato de chegar ao Mundial após ter quebrado suas melhores marcas pessoais não coloca mais pressão na luta por medalhas. Ele completa seu 5.º Mundial de piscina longa após ter competido o primeiro em Melbourne, na Austrália, em 2007.

“Venho em uma evolução muito boa. Meu Mundial em Barcelona provou isso. Chego neste Mundial como cheguei para qualquer outro. A pressão é como em meu primeiro Mundial de piscina curta (em 2006, em Xangai). Fazendo os meus melhores tempos, vai vir sim um grande resultado para o Brasil”, projetou.

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