Seleção brasileira, uma marca que vale 515 milhões

Um símbolo reconhecido do interior do Sudão às ruas de Paris ou Roma. Esse é o poder de marketing da camisa da seleção brasileira. Uma marca valiosa, como praticamente todas as das 32 seleções envolvidas na Copa de 2010, o que as tornam verdadeiras vitrines para empresas que nos últimos anos travaram uma verdadeira guerra para obter seus espaços no torneio, como parceiras das seleções, da Fifa e do próprio evento.

, O Estado de S.Paulo

30 de abril de 2010 | 00h00

Segundo a consultoria Football Finance, as seleções que irão para o Mundial desfilarão marcas e ativos avaliados em mais de US$ 7 bilhões em campo e em seus contratos de patrocínio. O levantamento é baseado nos direitos econômicos de cada uma das seleções, o que inclui não apenas a camisa, mas o valor em patrocinadores que seus jogadores levarão para a Copa.

Por esse critério, a Espanha é a líder, com um valor de 565 milhões. O Brasil vem em segundo lugar, com 515 milhões. Além de Kaká e Robinho, a seleção desembarca na África com 10 patrocinadores. No total, serão mais de US$ 210 milhões em contratos com essas empresas.

A terceira posição é da França, que vale 450 milhões, seguida pela Inglaterra, com 440 milhões. A atual campeã do mundo, a Itália, teria uma marca avaliada em 400 milhões. Com Messi em campo e Maradona no banco no Mundial, a Argentina está estimada em 390 milhões. / J.C.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.