Seleção japonesa preocupa Zé Roberto

Diante das donas da casa, as jogadoras da seleção brasileira de vôlei começam a disputar nesta quinta-feira a última fase da Copa do Mundo do Japão, em Osaka. Entram em quadra às 7 horas (horário de Brasília), com transmissão da SporTV. Depois, na madrugada de sexta, a partir de 1h30, o Brasil encara os Estados Unidos, e no sábado, no mesmo horário, encerra sua participação diante das italianas. As três primeiras colocadas garantem vagas nos Jogos Olímpicos de Atenas/2004.O técnico José Roberto Guimarães analisou as fitas dos jogos do Japão e já começou a passar as instruções para as atletas brasileiras. De acordo com ele, o primeiro desafio do Brasil na partida será quebrar o passe japonês. "Para isso, nosso saque precisa entrar bastante forçado. Assim, conseguiremos acabar com a correria das japonesas e amenizar sua farta variação no ataque. As japonesas não têm um bloqueio forte, mas, em compensação, na defesa são espetaculares. Por isso, a nossa paciência também precisa estar 100%. Como sempre, contra equipes asiáticas, as nossas bolas podem demorar a cair. E é aí que não podemos nos afobar", explicou.Ainda segundo Zé Roberto, as atacantes Oyama e Kurihara têm sido os destaques da seleção adversária. "Acho que nunca vi na equipe do Japão duas ponteiras com essas estaturas (1,87m e 1,86m, respectivamente) e que pegassem a bola tão no alto. Mas não é apenas com elas que temos que nos preocupar. Nossa atenção precisa estar voltada para as meios-de-rede Takeshita e Sugiyama. São delas as bolas mais difíceis de marcar. Agora, quem se mexe mais é a oposto Takahashi, responsável por grande parte das variações do ataque japonês. A líbero Sano também faz defesas fantásticas", revelou o treinador.

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