Seleção masculina passa sufoco, mas derrota a França

Segundo jogo em casa pela Liga Mundial será hoje, às 10 horas, mais uma vez no Ginásio do Ibirapuera

O Estado de S.Paulo

29 de junho de 2013 | 02h16

A seleção masculina de vôlei fez seu primeiro jogo em casa na Liga Mundial e escapou por pouco de uma derrota. Contra a França, no Ginásio do Ibirapuera, a renovada equipe de Bernardinho manteve os 100% de aproveitamento, mas quase levou a virada na vitória por 3 sets a 2 (25/20, 25/19, 22/25, 21/25 e 15/12). As seleções voltam a se enfrentar hoje, às 10 horas.

"Estávamos ganhando bem, por 2 sets a 0, mas enfrentávamos uma seleção de garotada que veio como franco-atiradora, no bom sentido. Eles têm qualidade e uma característica de defesa, que é da escola francesa. Com isso, vão ganhando confiança e dificultam para o adversário", analisou o técnico.

Os franceses estão em um bom momento na Liga. Após quatro derrotas nas duas primeiras rodadas, contra Bulgária e EUA, a equipe europeia derrotou a Polônia, atual campeã do torneio, em casa.

Um dos destaques da equipe é, justamente, um brasileiro. O levantador Rafael Redwitz, nascido em Curitiba, é capitão da seleção francesa. Aos 31 anos, há dez jogando na Europa, ele lidera o jovem time da França.

Campeão da Copa América de 2007 pelo Brasil, Redwitz conquistou a cidadania francesa em abril. Pela primeira vez, portanto, enfrentou seu país natal. "Para todos os times do mundo é difícil vir ao Brasil e enfrentar essa seleção. Mas tem sido uma grande oportunidade para o nosso time, que é jovem. Estamos aprendendo muito. Tivemos chances."

Lucarelli, de 21 anos, foi o destaque brasileiro - ele é uma das apostas de Bernardinho para 2016. O ponta chegou ao fim da partida, sua primeira diante da torcida na seleção, com 21 acertos (16 de ataque, quatro de bloqueio e um ace).

Bernardinho também aproveitou o entrosamento do levantador William e do oposto Wallace, que atuam juntos no Sada Cruzeiro, para momentos difíceis. A dupla foi fundamental para a vitória no tie-break. "No fim do jogo, a inversão foi importantíssima", atestou Bruninho, capitão da equipe.

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