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Sem imaginação, clubes recorrem aos publicitários

Nos últimos meses, as diretorias dos clubes paulistas têm intensificado o uso de profissionais especializados em marketing e negócios. No Corinthians e Palmeiras, isto serviu para aumentar os rendimentos com patrocínios. Já o Santos tem feito um trabalho específico de exploração da imagem de jogadores - com ênfase, é claro, em Neymar.

O Estado de S.Paulo

23 de fevereiro de 2012 | 03h03

No marketing do Corinthians, Luís Paulo Rosenberg deu lugar a Ivan Marques, sócio-diretor da F/Nazca S&S, uma das principais agências de publicidade do País. Com o fim do contrato atual com a Neo Química, em abril,

Marques é o trunfo do clube para superar o rendimento atual de R$ 38 milhões em patrocínio master. A diretoria corintiana trabalha com valor mínimo de R$ 42 milhões para o próximo acordo que, garante, esta engatilhado.

No Palmeiras, a AP Sports foi a principal responsável pela negociação recente com a Kia. Mesmo em meio ao jejum de títulos vivido pelo clube, a diretoria alviverde fechou um contrato de três anos com a Kia por cerca de R$ 75 milhões. Além disso, a empresa vai ajudar o clube a reformular o Avanti, programa de sócio-torcedor que não decolou.

Ajudado pela idolatria a Neymar, o Santos também foi buscar auxílio de profissionais com a agência Fischer&Friends. Antonio Fadiga, sócio e CEO da empresa, é assessor de marketing do presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro. Para apresentar o programa Sócio Rei, a agência produziu um vídeo em que Neymar aparecia como motorista de táxi. / B.D.

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