Márcio Fernandes/Estadão<br>
Márcio Fernandes/Estadão

Sem ondas, surfistas ganham folga forçada em Portugal

Excesso de ventos impede formação de ondas maiores de dois metros na praia de Peniche e competição é adiada

PAULO FAVERO - Enviado Especial a Peniche, O Estado de S. Paulo

15 de outubro de 2014 | 14h56

A quarta-feira foi marcada por um dia de descanso forçado aos surfistas que disputam o Moche Rip Curl Pro Portugal, na praia de Supertubos, em Peniche. A organização do evento chamou "lay day", denominação dada quando não existe boas condições de onda para a prática do esporte.

Com ondulações de 1,5 m a 2 m, o vento forte atrapalhava a formação dos famosos tubos na praia. Como o evento tem até o dia 23 para terminar, a ASP (Associação dos Surfistas Profissionais) achou por bem esperar mais um pouco, até porque a previsão meteorológica indica boas formações a partir de sábado.

Para acabar o campeonato, precisam ser realizadas mais 39 baterias, o que daria aproximadamente 20 horas de competição. Na avaliação dos organizadores, isso pode ser feito em menos de três dias, então por enquanto não há pressa para acelerar as fases, mas a todo momento as previsões do tempo são atualizadas e verificadas.

Nesta quinta-feira será feita uma avaliação para saber se poderá ser iniciada a segunda fase, com a repescagem entre os perdedores da primeira fase. Os derrotados dão adeus ao torneio e alguns nomes, como Mick Fanning e John John Florence, podem dar adeus ao sonho do título mundial caso sejam eliminados precocemente em Portugal.

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