''Sem pacificação, o clube não vai para a frente''

Salvador Hugo Palaia

Daniel Akstein Batista, O Estado de S.Paulo

18 de janeiro de 2011 | 00h00

Um dos candidatos da situação à presidência do Palmeiras

Quais seus planos de governo?

Minha 1.ª atitude, como vencedor ou não, será trabalhar pela pacificação. Sem isso, o Palmeiras não vai para a frente. Vamos criar o departamento orçamentário, que será responsável por acompanhar as contas de cada departamento, e manter o Conselho Gestor.

O senhor fala em pacificação, mas tem disparado contra o Paulo Nobre. Como pedir paz?

Minha declaração é sobre o candidato que rachou a situação. Conforme um acordo anterior, com o próprio Belluzzo, o candidato natural da situação seria o Salvador Hugo Palaia. Eu até ofereci a ele o cargo de 1.º vice, mas ele não aceitou.

Com a situação rachada, o Arnaldo Tirone é o favorito?

Isso eu só falo depois da eleição. Mas, evidentemente, ele ganhou uma forcinha a mais. Eles estão unidos há dois anos.

Quais os pontos positivos e negativos da gestão Belluzzo.

Ele trouxe recursos para o Palmeiras, mas delegou poderes para quem não tinha condições. Não tomou a atitude que eu tomei, de demitir o departamento de futebol. Durante 4 anos, eles deixaram nas costas do Palmeiras dívida de mais de R$ 150 milhões, contrataram 96 jogadores, com uma folha salarial de R$ 6 milhões. Como pagar 45 jogadores com apenas 22 deles tendo qualidade para vestir a camisa do Palmeiras? É isso que tem de rever.

Está otimista em ganhar?

Sou Palmeiras acima de tudo. Quem é que vença, meu 1.º ato vai ser dar as mãos, me colocar à disposição do clube.

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