Sem pressão, Jadel busca reviver sua melhor fase

Vice-campeão mundial tenta superar problemas na preparação e briga por um lugar na final do salto triplo

BERLIM, O Estadao de S.Paulo

16 de agosto de 2009 | 00h00

Nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, o Brasil depositava suas esperanças de medalha em um nome: Jadel Gregório. Com a suspensão de Maurren Maggi, por doping, o triplista parecia ser o fiel herdeiro de Adhemar Ferreira da Silva e João do Pulo. Com o decorrer dos anos, porém, Jadel passou de protagonista a coadjuvante. Veja mais imagens e confira o calendário completo do MundialEm Atenas, assim como em Pequim, Jadel decepcionou. Ficou em 5º e 6º, respectivamente. Mas, no currículo do atleta, que completará 29 anos em setembro, existe uma temporada significativa: a de 2007. Foi quando bateu o recorde sul-americano (17,90 m), venceu o Pan do Rio e conquistou o vice mundial em Osaka. Hoje, a partir das 14 horas (de Brasília), na qualificação do salto triplo, começa a busca por outro pódio.O fim da pressão pode ser benéfico a Jadel, que teve dificuldades em sua preparação. Ficou três semanas sem competir por causa de uma contratura na coxa direita. Perdeu todos os meetings no Brasil e, depois de tratamento intensivo, conseguiu participar do Troféu Brasil. Sua melhor marca do ano veio em Paris - 17,12 m -, um centímetro a mais do que Jefferson Sabino. O Brasil ainda tem outro representante na prova: Leonardo Elisiário.Bem à frente de todos eles está o português Nelson Évora, campeão mundial e olímpico. Dono da melhor marca do ano (17,66 m), terá os cubanos Yoandris Betanzos, Alexis Copello e Arnie Girat como ameaças. Todos saltaram acima de 17,60 m em 2009.

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