Agência Estado
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Sem reforços, Muricy está no limite

Treinador, que renovou contrato recentemente, não recebeu os reforços que pediu para o ataque

Sanches Filho / Especial para o ESTADO , O Estado de S.Paulo

25 de julho de 2012 | 03h06

SANTOS - A paciência de Muricy Ramalho chegou ao limite. O treinador está irritado, depois do terceiro jogo seguido do time sem fazer gol, e até poderá rever a sua decisão de renovar o contrato com o Santos por mais um ano e meio se Rafael Moura, do Fluminense, não for contratado. Em razão da perda de Alan Kardec, Borges e Rentería, o treinador pediu à diretoria a contratação de três atacantes para evitar o risco de ter de brigar contra o rebaixamento no Brasileiro, mas até ontem tinha sido atendido parcialmente.

Bill foi o único atacante de área que ele recebeu e, mesmo assim a sua escalação para enfrentar o Atlético-MG, amanhã à noite, em Belo Horizonte, depende do aparecimento do seu nome no BID (Boletim Informativo Diário de registro de jogadores da CBF) até as 18h de hoje. Sem a certeza de ter Bill e Patito Rodríguez, cujo nome também não apareceu no BID, contra o líder do Brasileiro, ontem Muricy nem deu o treinamento tático. Se a situação de Bill e Patito não forem regularizadas ele terá de manter o time dos últimos jogos, com Dimba e Miralles na frente. A única mudança vai ser a entrada de David Braz ou Ewerton Páscoa no lugar de Durval, suspenso.

Depois das tentativas frustradas da diretoria santista de contratar jogadores como Robinho e Diego, e de ter recebido reforços modestos, Muricy faz questão de contar com Rafael Moura, porque se trata de um jogador de sua confiança. Tanto que o técnico se encarregou de convencer o atacante a não aceitar a proposta do Internacional e optar pelo Santos. O que trava a negociação é que o Fluminense se nega a emprestar Rafael Moura gratuitamente e avisou que o atacante só sai das Laranjeiras com a venda de pelo menos 25% dos seus direitos econômicos. 

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